Whatsapp dá mais tempo para usuários aceitarem novos termos de serviço

A repercussão negativa em torno da atualização dos termos de serviço e política de privacidade levou o Whatsapp a adiar a obrigatoriedade de usuários confirmarem que aceitam as práticas ali expressas.

A empresa queria que os usuários aceitassem os termos até 8 de fevereiro, através um pop-up no aplicativo, sem oferecer alternativa ou possibilidade de recusa. Nesta sexta-feira, 15, informou que os usuários terão agora até 15 de maio para aceitar os novos termos. Quem não concordar, ficará impossibilitado de usar o serviço.

“Decidimos prolongar o prazo no qual as pessoas deverão revisar e aceitar os termos atualizados. Ninguém terá a conta suspensa ou apagada em 8 de fevereiro de 2021. Também faremos um trabalho intenso para esclarecer todas as informações incorretas sobre como a privacidade e a segurança funcionam no WhatsApp. Por isso, daremos mais tempo para que todas as pessoas possam revisar nossa política antes de 15 de maio de 2021, data em que as novas opções comerciais ficarão disponíveis”, avisa.

Segundo a empresa, há uma onda de equívocos acerca da atualização da política de privacidade. A nova política de privacidade trouxe mais detalhes sobre quanto dos dados dos usuários são compartilhados com o Facebook, que comprou o Whatsapp em 2014. As empresas têm bancos de dados integrados desde 2016.

Segundo a ferramenta, as mensagens trocadas continuam encriptadas, sigilosas e inacessíveis por terceiros, inclusive o Whatsapp e o Facebook. O que há de novo é a coleta e tratamento de dados relacionados com a oferta de serviços comerciais, como atendimento ao cliente, descoberta de empresas e de experiência de compra.

Por exemplo, o Whatsapp estará integrado com o Facebook e Instagram para permitir que lojas nessas redes sociais sejam acessadas pelo app de mensagem uma compra seja feita por meio de troca de mensagens. Os exemplos podem ser vistos aqui. Os demais dados citados na nova política já eram coletados e tratados.

FONTE: TeleSíntese
Mais uma vez, agradecemos aos autores originais desta publicação.