Trópico leva centros operacionais de rede para áreas remotas

A Trópico tem solução de rede privativa para o agronegócio brasileiro. Crédito: Freepick

A Trópico Telecomunicações Avançadas (www.tropiconet.com) já tem um trabalho efetivo e conhecido com as operadoras, mas também tem forte atuação no mercado privativo.  No futuro, pretende manter a atuação com as teles, que é um foco mais urbano, e também ampliar sua atuação nas áreas rurais e remotas.  É o que contou William Viais, head de pesquisas de desenvolvimento da Trópico, nesta segunda, 29, durante o evento IoT e as Redes Privativas, promovido pelo Tele.Síntese.

“Começamos a desenvolver novas aplicações, a incorporar soluções de conectividade, com tecnologia 4G / LTE, e a atuar com essa tecnologia em redes privadas; e com isso nos preparamos para a evolução do 4G para o 5G OpenRan”, falou Viais.

A estratégia foi incluir serviços em duas áreas em que a Trópico já atua: aplicações e redes privativas. A isso, a empresa deu o nome de SICA, Soluções Integradas de Conectivdade e Aplicações. “Temos um Centro de Operações de Rede (COR) e a ideia é trazer esse centro para essa nova ideia operacional, reunindo redes + aplicações + serviços”, explicou o executivo. Segundo ele, esses centros estão sendo criados nas pontas, para atender as áreas remotas do país.

“A intenção é atuar como principal fornecedor de SICA visando erradicar o deserto digital brasileiro através das redes 4G e  5G. A ideia é atuar nos mercados de ISPs, agronegócio, mineração e logística”, disse Viais.

“As SICAs estão sendo construídas para serem os motores da transformação digital de seus clientes”, completou.

Cases de sucesso

“Estamos implantando uma rede privada para a Vale cobrindo 900 km de ferrovias, a Estrada de Ferro Vitória – Minas, o que equivale a um milhão de hectares. Cada trem estará conectado a sistemas de controle. Todos os equipamentos de apoio também estarão conectados a esses sistemas, e também pessoas próximas estarão.”

Uma rede privada para segurança, criada para as Olimpíadas de 2016, deu à empresa o certificado EED, Empresa Estratégica de Defesa. “Já temos uma rede privada no agronegócio, nas faixas de 250 e 700 MHz. Isso permite uma cobertura macrocelular – 30 km ou mais. O 4G vai ficar muito tempo ainda, por conta disso. Pode entrar o 5G, mas vai ser um complementando o outro”, finalizou.

FONTE: TeleSíntese
(Meus agradecimentos a este website que proporciona sempre novidades!)