Telefónica faz dança da cadeiras para renovação do Conselho

Telefónica faz dança da cadeiras para renovação do Conselho. Crédito: Fotolia
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Dois conselheiros do Conselho Administrativo da Telefónica, Ignacio Moreno Martínez e Jordi Gual Solé, renunciaram a seus postos para renovar o Conselho da operadora e suas comissões. Em reunião, o Conselho optou pela renovação com o objetivo de corresponder às práticas e recomendações de Governo Societário. Com a saída dos cargos, os executivos receberão indicação para compor o Conselho de Administração da Telefónica Brasil S.A.

Martínez atuava como presidente da Comissão de Regulação e Assuntos Institucionais e membro da Comissão de Auditoria e Controle e da Comissão de Sustentabilidade e Qualidade. Já Gual constituía a Comissão de Regulação e Assuntos Institucionais e a Comissão de Estratégia e Inovação. Ambos continuarão ligados à companhia e, além do conselho brasileiro, poderão entrar no Conselho Consultivo da Telefónica Espanha.

Com o redimensionamento do Conselho, o órgão terá 15 membros, dos quais nove são conselheiros independentes. Em 2017, a companhia já havia passado por uma mudança, que diminuiu de 18 para 17 as cadeiras do Conselho Administrativo. A companhia destacou que o órgão terá representação feminina de 33%.

O Conselho e suas comissões também aprovaram por unanimidade a nomeação da conselheira independente María Luisa García Blanco como membro e presidente do Comitê de Sustentabilidade e Qualidade. Ela substitui Francisco Javier de Paz Mancho da presidência. O executivo irá permanecer como membro do conselho e se torna presidente da Comissão de Regulação e Assuntos Institucionais. 

Na última comissão, os conselheiros independentes Juan Ignacio Cirac Sasturain e Carmen García de Andrés serão os novos membros. A conselheira independente María Rotondo Urcola, por sua vez, entrará na Comissão de Auditoria e Controle.

“Essa decisão se enquadra dentro do propósito permanente da Telefónica de realizar uma gestão adequada e transparente como fator essencial para a geração de valor, a melhora da eficiência econômica e o reforço da confiança dos investidores”, declara a Telefónica em nota.

FONTE: TeleSíntese
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