Positivo Servers vai produzir para a POStech

Positive Servers irá produzir soluções VDIs para POStech. Credito: Freepik
Credito: Freepik

A Positivo Servers & Solutions é a nova responsável pela fabricação e distribuição das soluções de virtualização de desktop (VDI) da unidade de negócios da POStech, fornecedora de soluções em automação comercial para o varejo, e da NComputing, empresa de virtualização de desktop.

A unidade fabril da Positivo em Ilhéus (BA) será responsável pela produção dos equipamentos para as marcas. A fábrica responde pela manufatura de servidores, storages, mini PCs e soluções de infraestrutura de TI. A empresa tem ainda outra planta em Ilhéus e uma terceira em Manaus, na Amazônia. O escritório da companhia fica localizado em São Paulo (SP).

As soluções integradas de VDI da companhia focam em micro, pequenas, médias e grandes empresas de diversos setores, como educação, saúde, finanças, indústrias e governo. A POStech fará as operações de vendas e pós-vendas da NComputing no Brasil.

“As soluções de VDI expandem ainda mais o portfólio da POStech, que tem investido constantemente em serviços de qualidade que proporcionem melhores experiências aos seus clientes. A parceria com Positivo Servers & Solutions será fundamental para atingir os objetivos da nova unidade de negócios”, disse o diretor comercial da unidade de Network & IT da POStech Network & IT, João Carlos Alonso.

A Postive Servers & Solutions surgiu em 1980 sob o nome de Accecpt. Após ser adquirida pela Positivo em 2018, a empresa mudou seu nome para o atual. Um dos fundadores da Positive Servers & Solutions, Silvio Campos, disse que a fusão com a Positivo foi crucial para permitir à Positive se candidatar ao fornecimento de grandes projetos.

Em 2020, a companhia obteve acordo com a Polícia Federal para implantação de tecnologias de inteligência artificial e implantou o maior servidor da América Latina país para a integradora Atos. A Positive Servers & Solutions terminou o ano com receita de R$ 238 milhões. Isso representa crescimento de 29% em relação a 2019, graças à digitalização forçada pela pandemia de covid-19. (Com assessoria de imprensa)

FONTE: TeleSíntese
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