O futuro incerto do radioamadorismo

Por Julianne Pepitone. Traduzido e adaptado por Alisson, PR7GA





Rádio definido por software e hardware barato estão sacudindo um hobby há muito associado à engenharia

 
John Anderson (AJ7M), de Marysville, Washington, durante o ARRL Field Day de 2020, realizado de 27 a 28 de junho. O Field Day é o maior evento e demonstração anual de radioamadorismo nos EUA. FOTO: JOHN ANDERSON

Será que as faixas de radioamador ficarão um dia em silêncio? Desde o surgimento do rádio, os radioamadores utilizam certos trechos do espectro radioelétrico que são tenazmente protegidos. A engenharia eletrônica tem se beneficiado enormemente de sua atividade, desde o engenheiro solitário até o campo inteiro da engenharia. Mas a ascensão da Internet na década de 1990, com sua capacidade de conectar bilhões de pessoas com facilidade, atraiu a atenção de muitos radioamadores em potencial, os quais poderiam hoje estar operando via rádio. Nos dias de hoje, com o tempo cobrando seu preço e com as fileiras do radioamadorismo diminuindo, as novas tecnologias oferecem oportunidades para revitalizar o hobby, ainda que as gerações passadas não reconheçam.
O número de licenças de radioamador nos EUA têm se mantido num crescimento pífio de 1% ao ano nos últimos anos, com cerca de 7.000 novos licenciados anualmente num total de 755.430 em 2018. O órgão regulador norte-americano não lista dados demográficos dos operadores, mas, curiosamente, os homens brancos na casa dos 60 e 70 anos constituem a maior parte dos operadores. À medida que eles envelhecem, o temor é que haja muito poucos jovens para sustentar o hobby. 
[Para um estudo estatístico atual sobre o radioamadorismo brasileiro, acesse o site da LABRE Nacional em https://labre.org.br/radioamadorismo-no-brasil-versao-2021/. N. do T.]

“É a pergunta de um milhão de dólares: como atrair as crianças?”, Diz Howard Michel, ex-CEO da American Radio Relay League (ARRL).

A questão de como atrair operadores mais jovens também revela uma profunda divisão na comunidade radioamadora sobre o futuro do hobby. Como qualquer população humana, os radioamadores não são uma comunidade homogênea. Encontramos ali opiniões e perspectivas para o futuro que variam bastante. E as tecnologias digitais que têm despontado nos últimos tempos estão escancarando ainda mais estas divisões: alguns radioamadores vêem estas tecnologias como o futuro, enquanto outros simplesmente reagem apontando-as como a causa para o fim do radioamadorismo.
Dentro deste universo diametralmente oposto, todos concordam num ponto: o mundo está mudando. Porém, a quantidade de espectro de rádio disponível permanece a mesma. Será difícil manter o espaço a nós reservado contra interesses comerciais se quase nenhum radioamador estiver tirando proveito dele.
Antes de olharmos para o futuro, precisamos examinar a situação atual. Nos Estados Unidos, a ARRL, como associação nacional de radioamadores, está na vanguarda e, com mais de 160.000 membros, é o maior grupo de radioamadores do mundo. Ela oferece cursos para radioamadores, promove concursos cujo objetivo é conseguir o maior número de contatos de longa distância em 48 horas, realiza treinamentos sobre comunicação de emergência em desastres, mantém vigilância visando proteger as faixas reservadas aos radioamadores e muito mais. 
[No Brasil, a LABRE faz um trabalho semelhante, especialmente na questão da defesa espectral. N. do T.]
Ex-CEO da ARRL, Howard Michel (WB2ITX) na estação sede da entidade, W1AW. FOTO: ARRL

Michel presidiu a ARRL entre outubro de 2018 e janeiro de 2020, e ele se encaixa perfeitamente no perfil do radioamador americano “médio”: operador do sexo masculino, 66 anos, morador de Dartmouth, Massachusetts. Graças ao interesse pelo radioamadorismo desde sua infância, ele escolheu sua carreira profissional na área da engenharia elétrica e computação. Ele recebeu seu indicativo de chamada, WB2ITX, há 50 anos e ama o hobby desde então.
Quando nosso presidente [da ARRL. N. do T.] visita grupos de radioamadores, ele pergunta: ‘Quantas pessoas aqui têm menos de 20 [anos]?’ Para cada 100 pessoas, talvez só uma tenha levantando a mão “, diz Michel.
Membros do LASA High School Amateur Radio Club, K5LBJ, em Austin, Texas, participaram do School Club Roundup, um evento semestral que incentiva a participação de grupos de radioamadores em escolas. FOTO: RONNY RISINGER (KC5EES)

A ARRL promove algumas atividades voltadas para crianças. Semestralmente, há atividades durante o Dia das Crianças, além de contatos com clubes escolares em todo o país. Também publica materiais que auxiliam aos professores para trabalhar o rádio em sala de aula. Mas Michel admite que “não temos recursos para trabalhar no ensino médio” – faixa essencial para despertar o interesse das crianças.

Precisamos “mostrar que o radioamadorismo é muito mais que simplesmente obter uma licença, colocar um rádio na gaveta e esperar o fim do mundo”.

Um real interesse por parte dos interessados é essencial porque estes futuros radioamadores precisam vencer um obstáculo inicial antes de poderem operar um rádio: a prova. Os requisitos para ser radioamador variam – nos Estados Unidos não é necessária licença para ouvir sinais de rádio – mas todos os países do mundo exigem que os operadores demonstrem algum conhecimento técnico e compreensão dos regulamentos do serviço para que possam receber um indicativo de chamada e começarem a transmitir.
Para os jovens até a faixa etária dos 30 e 40 anos, o principal fator que os atrai para o radioamadorismo é diferente daquele das gerações anteriores. Com a Internet e as redes sociais como WhatsApp e Facebook, eles não precisam de um transceptor para falar com alguém do outro lado do mundo, algo que chamava muito a atenção na era anterior ao e-mail e das ligações de longa distância acessíveis. Em vez disso, muitos estão interessados na possibilidade de exercer algum serviço à sociedade, como prover comunicação após um desastre ou durante eventos públicos como maratonas.
Há algo curioso neste grupo nascido pós-11 de setembro, que cresceram com a tecnologia onipresente e em contato com as mudanças climáticas”, diz Michel. “Eles sabem o quanto a infraestrutura de telefonia celular pode ser frágil. O que precisamos fazer é mostrar que o radioamadorismo é muito mais que simplesmente obter uma licença, colocar um rádio na gaveta e esperar o fim do mundo. “

Novas fronteiras

Dhruv Rebba (KC9ZJX) com lembranças de seu contato via rádio com o astronauta Joe Acaba (KE5DAR) a bordo da Estação Espacial Internacional. FOTO: SATEESH NALLAMOTHU

O futuro do radioamadorismo está em jovens como Dhruv Rebba (KC9ZJX), que ganhou o prêmio Jovem Radioamador do Ano de 2019 da Amateur Radio Newsline. Com 15 anos de idade, ele é filho de imigrantes indianos e está no segundo ano da Normal Community High School em Illinois, onde também pratica cross-country e participa do Future Business Leaders of America e de clubes de robótica. Seu grande interesse no hobby é se comunicar com astronautas no espaço.
Rebba conquistou sua licença Technician [similar à Classe C no Brasil. N. do T.] quando tinha 9 anos, depois de visitar o encontro Dayton Hamvention com seu pai. Nos Estados Unidos, existem atualmente três classes de licença de radioamador, com cada uma associada a um exame por escrito: Technician (técnico), General (geral) e Extra. Quanto maior o nível, maior é a quantidade de modos e faixas permitidos.
Meu pai me levou ao encontro e eu pude ver todos aqueles stands, as barracas, o código Morse, e achei muito legal”, diz Rebba. “Era algo que meus amigos não conheciam”. Ele então se associou ao Central Illinois Radio Club de Bloomington, começou a fazer contatos via rádio, participou dos Field Days anuais da ARRL e foi voluntário ajudando na comunicação em corridas locais.

“Queremos provocar impacto… O radioamadorismo é fantástico, mas muitos dos meus amigos diriam que é muito fácil falar com pessoas pelo mundo por meio de mensagens de texto e tudo, então isso meio que perdeu sua magia.”

Mas então Rebba viu que poderia juntar o radioamadorismo com sua paixão pelo espaço: ele conheceu o programa Radioamadorismo na Estação Espacial Internacional (ARISS), administrado por um consórcio internacional de organizações de radioamadoras, que permite que escolas se inscrevam realizar um contato via rádio onde alunos irão falar diretamente com membros da tripulação a bordo da ISS. Há também uma repetidora a bordo da ISS que permite que os radioamadores façam contatos enquanto ela orbita.
Rebba procurou seu diretor, seu professor de ciências e demais colegas de classe no Chiddix Junior High e, em 23 de outubro de 2017, fizeram contato via rádio com o astronauta Joe Acaba (KE5DAR). Para Rebba, que atuou como principal operador durante contato, foi um momento de glória.
A geração mais nova pode se interessar mais em comunicações de emergência e em comunicação espacial, eu acho. Queremos causar um impacto“, diz Rebba. “O radioamadorismo é fantástico, mas muitos dos meus amigos diriam que é muito fácil falar com pessoas pelo mundo por meio de mensagens de texto e tudo mais, então isso meio que perdeu sua magia“.
Essa declaração pode partir o coração de alguns radioamadores mais antigos, especialmente quando eles relembram seus tempos de experimentação durante sua infância. Mas outros operadores mais antigos gostam da mudança.
Veja Bob Heil (K9EID), o famoso engenheiro de som que criou sistemas e equipamentos de áudio para artistas como The Who, Grateful Dead e Peter Frampton. Sua empresa Heil Sound, situada em Fairview Heights, Illinois, também fabrica equipamentos utilizados pelos radioamadores.
Eu diria para acordar, sentir o cheiro das rosas e ver o papel do radioamadorismo em emergências!” diz Heil, bem humorado. “Dhruv e os outros jovens estão fazendo coisas incríveis. Eles amam pegar um kit do tamanho de um caixa de charuto, conectar a um computador e ver a tela se transformar num rádio… Tudo está convergindo, e isto é maravilhoso“.
Mas há outros radioamadores que acham que a comunidade precisa urgentemente buscar uma mudança se quiser sobreviver. Sterling Mann (N0SSC), ele próprio um millennial aos 27 anos, escreveu em seu blog que “Os Millennials estão matando o radioamadorismo”.
Sterling Mann (N0SSC) defende que o radioamadorismo mude de foco nos contatos pessoais. FOTO: STERLING MANN

É um título sensacionalista, Mann admite. Seu texto tenta mostrar o desafio que é equilibrar os interesses do público de cabelo grisalho, e ao mesmo tempo, também atrair os mais jovens. “O público-alvo de qualquer programa sobre radioamadorismo, podcasts, clubes, meios de comunicação, revistas, lives ou qualquer outra coisa, não são os jovens“, escreveu ele. Para captar o interesse desta geração, ele sustenta que o radioamadorismo deve mudar seu foco centrado nos contatos interpessoais para atividades que visem a comunicação de homem para máquina, ou máquina para máquina.
Esses interesses opostos estão se mostrando parecidos com uma divisão tecnológica analógico-digital. Como o Spectrum relatou em julho de 2019, um dos principais debates dentro do radioamadorismo é sua função no futuro: é um hobby social? Ou uma ferramenta para tráfego de dados? Quem decide?
Essas perguntas não têm respostas definitivas ou imediatas, mas vão direto ao cerne do futuro do radioamadorismo. Loring Kutchins, presidente da Fundação ARSFi, que financia e coordena o sistema de “e-mail mundial via rádio” Winlink, diz que a divisão entre quem defende o caráter social e os que buscam o sentido utilitarista parece se reduzir à idade de seus defensores.

O radioamadorismo é realmente um hobby social… Aqui no Mississippi, você chega às 5 ou 6 da tarde e tem uma grande rodada acontecendo. Alguns deles parecem meio bêbados, mas conversando com você.

Os mais jovens que chegaram agora tendem a ver o radioamadorismo como um serviço, conforme definido pelas regras da FCC, que definem seu propósito, especialmente no que se refere a operações de emergência”, disse Kutchins (W3QA) à Spectrum no ano passado.
Kutchins, 68, expandiu o tema em uma entrevista recente: “As pessoas da minha época estão partindo, aquelas que começaram numa época em que sintonizar a Rádio Moscou era algo mágico. Mas o rádio valvulado do vovô não é grande coisa em comparação com a tecnologia de hoje. Porém, ninguém precisa ficar triste por isso. É normal.
Os rádios do vovô certamente ainda permanecerão por aí, no entanto. “O radioamadorismo é realmente um hobby social, ou tem sido um hobby muito social, já que a maior parte dos operadores gosta de bater papo“, diz Martin F. Jue (K5FLU), fundador da fabricante de acessórios de rádio MFJ Enterprises, em Starkville, Mississipi. “Aqui no Mississippi, você chega às 5 ou 6 horas e tem uma grande rodada acontecendo – alguns deles parecem meio bêbados, mas conversando com você. É um grupo social, e alguns deles sequer falam contigo se você não faz parte do grupo.
Martin F. Jue (K5FLU), fundador da conhecida fabricante de acessórios de rádio MFJ, está desenvolvendo novos produtos para atender à mudança para comunicações de rádio digital nas bandas amadoras. FOTO: RICHARD STUBBS

“Tudo vai ser digital em algum momento, desde o que chega na antena até que se torne áudio no final.”

Porém Martin Jue, 76 anos, observa que a abrangência do radioamadorismo hoje está muito além da tradicional divisão entre “bate-papo” e DX graças à chegada das tecnologias digitais. Por esta razão, a MFJ mudou o enfoque de seus produtos.
O radioamadorismo está conectado à Internet agora. Com um HT portátil e barato, utilizando sistemas repetidores conectados à Internet, você está pronto para fazer contatos”, diz ele. “Você não precisa de um rádio HF e de uma antena enorme para falar com pessoas em qualquer lugar do mundo“.
Seguindo esta tendência, no ano passado a MFJ lançou o RigPi Station Server: um sistema de controle composto por um Raspberry Pi com um software de código aberto embarcado que permite aos operadores controlar seus rádios remotamente a partir de seus iPhones ou de um simples navegador web.
Algumas pessoas não têm espaço ou condição de instalar uma antena, mas isso não importa mais porque eles podem usar o rádio de outra pessoa por meio desses RigPis”, diz Jue. Ele avisa, porém, que sua solução RigPi não é plug and play – “você ainda precisa saber algo sobre redes de computador, como configurar uma porta” -, mas ele entende que as coisas estão evoluindo rapidamente. “Tudo está indo cada vez mais na direção dos modos digitais”, diz Jue. “Em termos de equipamento, tudo vai ser digital em algum momento, desde o que chega na antena até que se torne áudio no final.

O sinal vindo do exterior

O avanço da tecnologia na China e o crescimento da classe média, com renda disponível, levaram a um aumento “dramático” de radioamadores.

Fora dos Estados Unidos, existem dados bastante animadores, de acordo com Dave Sumner (K1ZZ), secretário da União Internacional de Radioamadores (IARU). Esta entidade que reúne associações nacionais de radioamadores em todo o mundo representa os interesses do radioamadorismo perante a International Telecommunication Union (ITU), uma agência especializada das Nações Unidas que aloca e gerencia o espectro radioelétrico a nível mundial. Neste exato momento, na China, Indonésia e Tailândia, o radioamadorismo está crescendo de forma consistente, diz Sumner.
O avanço da tecnologia na China e o crescimento da classe média, com renda disponível, levaram a um aumento “dramático” de radioamadores, afirma Sumner. A Indonésia está sujeita a desastres naturais por ser uma ilha, o que desperta o interesse em comunicações de emergência, e seu presidente é um radioamador (seu indicativo é YD2JKW. N. do T.). Já na Tailândia os dados são menos precisos, diz Sumner, mas ele também acredita que por lá a movimentação para formar equipes de resposta da comunidade está gerando curiosidade sobre o radioamadorismo.
Portanto”, diz Sumner, “devemos ser cautelosos em afirmar que o radioamadorismo está diminuindo no mundo todo”.
A China também tem papel importante neste cenário: lançando rádios baratos no mercado. Há alguns anos, um rádio UHF / VHF portátil básico custava cerca de cem dólares americanos. Agora, graças a fabricantes chineses como a Baofeng, você pode conseguir um por menos de 25 dólares. Os rádios HF também estão mudando, com o surgimento dos rádios definidos por software (SDR).
Foram os rádios de baixo custo que mudaram o radioamadorismo e o futuro dele, e continuarão a fazer isso“, diz Jeff Crispino, CEO da Nooelec, uma empresa em Wheatfield, NY, que fabrica equipamentos de medição e rádios definidos por software, onde o processamento dos sinais é feito por um código de software, e não por componentes eletrônicos. 
No começo, rádios SDR só eram possíveis no contexto militar pois eram muito caros. Porém, nos últimos 10 anos, esse custo caiu para cerca de 20 dólares“. Atividades como rastreamento de aviões, barcos e monitoramento por satélite meteorológico eram impraticáveis em meio analógico, mas são muito mais fáceis com equipamento SDR, diz Crispino.
A Nooelec recebe sempre relatos de clientes a respeito da utilização dos produtos da empresa. Por exemplo, cerca de 120 membros do grupo Space Australia têm um projeto para coleta de dados da Via Láctea. Eles estão usando um SDR e um amplificador de baixo ruído da Nooelec com uma antena corneta (horn) feita em casa para detectar o sinal de rádio emitido por nuvens interestelares de gás hidrogênio.
A partir destes relatos, iremos desenvolver produtos e acessórios, por exemplo, para detecção da linha de hidrogênio, de forma que as pessoas possam explorar eventos astronômicos com um dispositivo de  20 dólares e um acessório de 30“, diz Crispino.
Olhando para o futuro, a equipe da Nooelec tem falado sobre como “achatar a curva de aprendizado” e diminuir as barreiras iniciais para que o usuário médio – não apenas o tecnicamente hábil – possa criar e desenvolver seus próprios projetos inovadores dentro do mundo do radioamadorismo.
É um mundo cada vez mais fragmentado”, diz Crispino. “Mas não acho que isso seja ruim. Quando você consegue enxergar um desafio específico, pode trazer aplicações específicas. Certamente não pensamos nisso tudo ainda.
O universo do radioamadorismo é afetado pelo mundo ao seu redor – pela cultura, pela tecnologia, pelas mudanças climáticas, pelo surgimento de uma nova geração. E os radioamadores são uma comunidade variada e vibrante de milhões de pessoas, novos e experientes, velhos e jovens, que gostam de robótica ou de bater papo, de competir ou de prestar serviço na comunicação durante emergências, todos de alguma forma animados ou preocupados, pessimistas ou otimistas sobre como será o futuro do radioamadorismo.
Como Michel, o ex-CEO da ARRL, afirma: “Cada radioamador tem [sua] própria opinião. O que aprendemos ao longo dos mais de cem anos de história é que sempre haverão estes embates. AM versus SSB é um exemplo, e há mais. A tecnologia evolui. E o mercado seguirá atendendo à demanda existente.

Sobre a autora

Julianne Pepitone é uma jornalista freelancer que faz reportagens em texto, vídeo e TV. Ela passou anos na equipe da CNN Business e depois na NBC News, cobrindo o mercado de tecnologia, segurança cibernética e negócios. Agora freelancer, ela trabalha com uma lista eclética de clientes. Além de Spectrum, CNN e NBC, seu nome também figura na HGTV Magazine, Memorial Sloan Kettering, NYMag.com, Glassdoor, Popular Mechanics, Cosmopolitan, Town & Country, Thrillist, MagnifyMoney, The Village Voice e muito mais.



Fonte do artigo original: https://spectrum.ieee.org/amp/ham-radio-2650280117




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FONTE: Blog QTC da ECRA
Para mais detalhes, acesse o website da publicação original.