Nokia anuncia solução para fatiamento em redes 4G e 5G

Uma nova solução para fatiamento de rede (ou network slicing) aplicável tanto em redes 5G quanto na infraestrutura 4G (LTE) já existente foi anunciada nesta quinta-feira, 27, pela fornecedora Nokia. A funcionalidade deve estar disponível ao mercado até o verão do hemisfério norte (entre junho e setembro).

O fatiamento seria instalado através de um upgrade de software em redes 4G ou 5G não standalone, com migração para o 5G standalone assim que esta estiver disponível. A dinâmica deve permitir novas ofertas de telecomunicações na área corporativa (como wireless privado e Internet das Coisas) e no acesso fixo sem fio (FWA).

Além do portfólio de rádio, a Nokia ainda deve oferecer suporte para a solução nas partes de core e transporte de rede. A solução fim a fim anunciada também deve funcionar em um cenário de múltiplos vendors, segundo a fornecedora de equipamentos e software.

A tecnologia anunciada pela Nokia foi desenvolvida ao lado da operadora finlandesa Telia e da austríaca A1. Segundo dirigentes das duas empresas, o fatiamento de rede será fundamental para a criação de novas verticais de mercado e receitas. No momento, a Nokia já vem testando o network slicing 4G/5G ao lado de alguns clientes a partir de redes definidas por software (SDN).

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Após pouco menos de um mês do anúncio inicial, a Oi concluiu a venda de um imóvel por R$ 120,5 milhões. A companhia anunciou ao mercado na quarta-feira, 26, que a propriedade localizada na Rua General Polidoro, nº 99, no bairro de Botafogo, na capital Rio de Janeiro, já foi transferida para a Alianza Gestão de Recursos, que assinou a operação com a tele no último dia 30 de janeiro. A transferência do imóvel e a liquidação financeira da transação ocorreu antes do Carnaval, no dia 21 de fevereiro. 

A transação havia sido autorizada pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial do Estado do Rio de Janeiro, após manifestação favorável do Ministério Público (MP-RJ) e do administrador judicial. A Anatel também confirmou a desvinculação do imóvel da relação de bens reversíveis (além de um outro prédio, mas em Nova Friburgo), conforme explicou a Oi ainda em dezembro

A venda do prédio é parte da estratégia da Oi de desinvestimento de ativos não core para melhorar a liquidez de curto prazo e assim, sustentar o plano de investimentos estratégicos da empresa no contexto da recuperação judicial. A empresa ainda pretende vender nos próximos meses pelo menos mais cinco imóveis, totalizando R$ 300 milhões. Conforme o cronograma apresentado em julho de 2019, os próximos passos são: venda de data center no primeiro semestre de 2020; venda de “outros ativos não estratégicos” no quarto trimestre de 2020; e, no primeiro trimestre de 2021, a venda de demais imóveis. 

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https://teletime.com.br/27/02/2020/oi-conclui-venda-de-imovel-no-rio-de-janeiro/feed/ 0

FONTE: TELETIME NEWS
Mais uma vez, agradecemos aos autores originais desta publicação.