Huawei Cloud aposta em infraestrutura e tecnologia como serviço

Huawei Cloud. Crédito: Divulgação
Qin Dan, presidente da Huawei Cloud Brasil. Crédito: Divulgação

A aposta da Huawei Cloud para o futuro são as nuvens nativas, ou seja tudo será composto e concebido em nuvem, conforme declaração do presidente da Huawei Cloud Brasil, Qin Dan hoje, 25, no Summit de dois anos do braço de nuvem da Huawei. Nesse cenário, a companhia quer acelerar a digitalização do país e entregar tudo como serviço, inclusive infraestrutura.

“A infraestrutura como serviço será para acessibilidade global, com base nos data centers da Huawei. Com isso, a companhia fornece uma experiência global e equidistante, permitindo que os clientes atinjam uma escala global rapidamente”, afirma o executivo.

Do lado da tecnologia,  deverá oferecer uma “inovação flexível”, conforme Dan. A companhia conta com containers em nuvem nativa, inteligência artificial computing, algoritmos, ferramentas de planejamento e computação que se tornaram serviços de API, além de Expertise as a Service (EaaS).

Para tanto, o diretor de Ecossistemas da Huawei Cloud, Marcelo Morais, informou que a empresa vem recrutando parceiros de forma intensa. Exemplo disso seria que nos últimos cinco meses, entre 30 e 40 entidades se juntaram a companhia. Agora, a Huawei conta com cerca de 250 parceiros.

A empresa também está utilizando um distribuidor para atender canais espalhados pelo Brasil que vendem software e hardware e estão interessados em comercializar nuvem da Huawei. “Precisamos de um ecossistema forte e consistente para atender ao cliente”, comenta Morais.

No último ano, a empresa cresceu de 23 para 27 regiões no mundo e de 54 para 64 zonas de disponibilidade. O vice-presidente nuvem pública da Huawei Cloud Brasil, José Nilo Cruz Martins, explicou que escalabilidade em negócios de nuvem é importante para reduzir custos para clientes e parceiros. De acordo cm consultoria do Garnter, a Huawei Cloud ocupa o quarto lugar no mercado da América Latina e o quinto no mundo.

 

FONTE: TeleSíntese
(Acesse o website do autor da publicação para mais detalhes)