Entidades assinam acordo para desenvolver soluções interoperáveis de OpenRAN

Com o fim de unificar o direcionamento para a tecnologia OpenRAN, a O-RAN Alliance e o Telecom Infra Project anunciaram nesta semana um “acordo de articulação” para garantir “o alinhamento na área de foco compartilhado do desenvolvimento de soluções interoperáveis” da rede móvel de acesso de rádio. Com essa parceria, a ideia é a de compartilhar informações, referenciar especificações e realizar esforços conjuntos de teste e integração.

Em comunicado enviado na terça-feira, 25, as duas entidades afirmaram que há uma complementaridade de visões e missões para a implantação da tecnologia de infraestrutura desagregada de ponta a ponta. A primeira atividade conjunta será o lançamento de documento de requisitos da plataforma de estações radiobase OpenRAN 5G New Radio com referências normativas às especificações da tecnologia de código aberto.

“Em toda a comunidade TIP, estamos vendo uma demanda crescente e alcançamos um progresso significativo nas implantações do OpenRAN em todo o mundo”, disse no comunicado o diretor executivo do Telecom Infra Project, Attilio Zani. O executivo afirma que ambas vão trabalhar juntas para soluções interoperáveis de 5G na rede de acesso.

Operadoras brasileiras já consideram a utilização da tecnologia OpenRAN. Oi confirmou testes, enquanto a Claro afirma estar atenta. Já os provedores regionais estão observando os rumos da tecnologia.

A O-RAN Alliance é uma comunidade com mais de 160 operadoras móveis e que desenvolve especificações de RAN abertas. Já o Telecom Infra Project é também uma comunidade de empresas, mas fundada pelo Facebook e que tem a Telefónica como um dos parceiros. 

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Após pouco menos de um mês do anúncio inicial, a Oi concluiu a venda de um imóvel por R$ 120,5 milhões. A companhia anunciou ao mercado na quarta-feira, 26, que a propriedade localizada na Rua General Polidoro, nº 99, no bairro de Botafogo, na capital Rio de Janeiro, já foi transferida para a Alianza Gestão de Recursos, que assinou a operação com a tele no último dia 30 de janeiro. A transferência do imóvel e a liquidação financeira da transação ocorreu antes do Carnaval, no dia 21 de fevereiro. 

A transação havia sido autorizada pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial do Estado do Rio de Janeiro, após manifestação favorável do Ministério Público (MP-RJ) e do administrador judicial. A Anatel também confirmou a desvinculação do imóvel da relação de bens reversíveis (além de um outro prédio, mas em Nova Friburgo), conforme explicou a Oi ainda em dezembro

A venda do prédio é parte da estratégia da Oi de desinvestimento de ativos não core para melhorar a liquidez de curto prazo e assim, sustentar o plano de investimentos estratégicos da empresa no contexto da recuperação judicial. A empresa ainda pretende vender nos próximos meses pelo menos mais cinco imóveis, totalizando R$ 300 milhões. Conforme o cronograma apresentado em julho de 2019, os próximos passos são: venda de data center no primeiro semestre de 2020; venda de “outros ativos não estratégicos” no quarto trimestre de 2020; e, no primeiro trimestre de 2021, a venda de demais imóveis. 

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https://teletime.com.br/27/02/2020/oi-conclui-venda-de-imovel-no-rio-de-janeiro/feed/ 0

FONTE: TELETIME NEWS
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