Connectoway afastou desabastecimento com planejamento e dados analíticos

Alta do dólar, aquecimento do mercado de redes, redução da cadeia global de insumos, aumento do frete e dificuldade no desembaraço aduaneiro, combinação que provocaria o desabastecimento de produtos e insumos para a expansão das telecomunicações do Brasil, foram superadas pela distribuidora Connectoway. Todos esses contratempos foram vencidos com planejamento e ferramentas analíticas, que balizaram a atuação da empresa. “Nenhum dos nossos clientes deixou de ser atendido nesse período de pandemia e ainda fomos capazes de agregar novos ISPs”, afirmou o diretor Comercial ISP da distribuidora, William Taylor.

Segundo o diretor Comercial Corporativo, Paulo Frosi, parte da alta dos custos foi absorvida pela empresa. “Cumprimos religiosamente os contratos”, afirmou. Para chegar a esse ponto, disse, a Connectoway investiu em tecnologia, anteviu as necessidades dos clientes, redobrou as compras e mudou seu centro de distribuição para obter mais espaço. “Hoje, nosso centro é vizinho do da Amazon, Mercado Livre e outros grandes atacadistas e podemos dispor de até cinco mil metros de espaço, com facilidade de transporte e logística”, ressaltou.

Sem essas ações, muitos ISPs poderiam ficar descobertos com o aumento de demanda de serviço provocada pela pandemia. “Não seria possível importar um contêiner de fibra drop com preço do contêiner, que passou de US$ 1 mil para até US$ 15 mil, seria inviável”, afirma William Taylor. De acordo com ele, uma empresa que é fundamental para o funcionamento dos ISPs não poderia chegar ao ponto de desabastecimento, e não chegou. “Nós estávamos preparados e administramos os riscos, atendemos nossos clientes, inclusive com financiamentos, socorremos a concorrência e vendemos mais”, resumiu.

Certificação

Os investimentos da Connectoway não pararam no estoque. A qualificação do pessoal que propõe solução aos clientes, bem como da equipe de engenheiros que trabalham com inteligência artificial e 5G chegou ao nível mais alto. Como uma das maiores distribuidoras de produtos da Huawei no Brasil, a empresa está apoiando testes com a nova tecnologia em universidades do Nordeste, já que sua sede é em Fortaleza.

“Nós temos mais de 10 engenheiros certificados com CSP 5, nível máximo de prestação de serviços, única distribuidora que atingiu esse nível”, sustenta Frosi. “Se nós que somos o porto seguro das PPPs não tivermos um corpo técnico preparado para sanar dúvidas e implementar projetos, quem vai fazer esse papel?”, indaga.

Além de vender os produtos, a distribuidora desenha projetos para ISPs e propõe serviços de valor agregado, como cloud e WiFi 6, por exemplo. “Não cabe mais nesse mercado redes sem qualidade”, ressalta Taylor.

5G

Sobre a participação das PPPs no 5G, Frosi disse que caso haja um consórcio, essas empresas que juntas já lideram os acessos em banda larga, poderão mais. No entanto, entende que há outras formas de participação dos ISPs na nova tecnologia, seja no compartilhamento de redes, no cumprimento de obrigações das teles vencedoras ou em swap de infraestrutura. “Nenhuma empresa poderá atender todo o ecossistema do 5G sozinha, ainda mais com rede “standalone”, disse Frosi.

Para os diretores da Connectoway, os PPPs podem optar por oferta de WiFi 6E, muito mais fácil de ser obtida e que tem complementariedade ao serviço 5G. “Nós estamos preparados para fornecer os equipamentos necessários”, completou Taylor.

FONTE: TeleSíntese
Aproveito a oportunidade para renovar meus protestos de respeito e consideração aos autores da publicação original.