Acessos à banda larga fixa crescem 11,2% no ano

Crédito: Freepik. Acessos
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Os acessos à banda larga fixa cresceram 11,2% entre setembro de 2020 e de 2021, indo de 35,6 milhões para 39,6 milhões, conforme dados da Anatel.

Durante o período, a presença de conexão por fibra se expandiu. A tecnologia passou a dominar 59,2% do mercado, ante 43,3% de setembro de 2020. Já o cabos coaxial e o par metálico (xDSL) perderam ainda mais espaço na banda larga fixa, com 23,3% e 12,2%, respectivamente. Por fim, o rádio detém 4,5% do mercado, e o satélite 0,9%.

Assim como em setembro de 2020, a Claro continua a ser o maior player de banda larga fixa, mesmo com uma pequena redução no ano. A operadora foi responsável por 24,6% dos acessos em setembro de 2021 e, em 2020, por 27,6%. Em seguida, vem a Vivo, com 16%, e Oi, com 13,3%. Entre os dois anos, a Brisanet conseguiu avançar 0,4 pontos percentuais e duas posições, chegando a 2% e ultrapassando Algar (1,9%) e TIM (1,7%).

Entre as empresas que apresentaram maior crescimento em números de acesso, estão America Net (113,19%), Desktop (123,75%) e Unifique (67,7%)

Empresa Acessos set 2021 Acessos set 2020 Variação
CLARO 9.757.068 9.834.026 -0,78%
VIVO 6.325.653 6.511.126 -2,85%
OI 5.258.590 5.051.153 4,11%
BRISANET 790.731 554.932 42,49%
ALGAR 737.097 688.543 7,05%
TIM 681.492 641.226 6,28%
UNIFIQUE 424.736 253.278 67,70%
DESKTOP 387.082 172.999 123,75%
AMERICA NET 352.438 149.220 136,19%
SUMICITY 350.704 259.261 35,27%

Na parte de fibra, a Vivo permanece com o maior marketshare, 18%. Em segundo e terceiro lugar, estão Oi (14,3%) e Brisanet (3,4%). A Vivo também dispõe de maior presença em cabos metálicos, cerca de 40%. Por sua vez, a Claro obtém quase todo o mercado de cabo coaxial.

A conexão via rádio apresentou brusca mudança de player. A Sky se tornou a companhia dominante na tecnologia, conquistando 9,2% do mercado, enquanto a Surf Telecom segue com 6,9%. Em setembro de 2020, a presença de empresas no rádio era muito mais fragmentado, sendo que o maior player, INB Telecom, contava com apenas 1,7% dos acessos. Os satélites seguem com dominância da Hughes (72,7%).

 

FONTE: TeleSíntese
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