Claro lança serviço dedicado a gamers

Marcio de Carvalho (esq.), diretor de marketing da Claro, ao lado de Thiago Leifert (Globo) durante lançamento de serviço de conectividade para jogos eletrônicos

A Claro lançou hoje, 14, a Claro Gaming, plataforma de conectividade para jogos eletrônicos. O serviço reduz a latência de jogos online, tem equipe de atendimento técnico especializada e traz promoções para clientes interessados no universo gamer, como pré-venda de ingressos para eventos realizados no Brasil.

Todos os clientes da banda larga fixa da operadora poderão assinar. O serviço custa R$ 40 ao mês e é cobrado como serviço de valor adicionado na fatura. Segundo Márcio Carvalho, a expectativa é que o produto atraia parte dos assinantes com planos mais rápidos de banda larga, acima de 100 Mbps.

Ele diz ainda que o Claro Gaming está disponível para todos os clientes de banda larga fixa da operadora, que passam de 9 milhões.

Para quem for assinante de combos móveis da Claro, ou seja, tiver também celular pós-pago da tele, além da banda larga fixa, há liberação de acesso às plataformas de streaming Facebook Gaming, Youtube, Twitch, entre outras, com limite de franquia adicional, somente para vídeos.

Segundo Leo de Biase, fundador da BBL, empresa responsável por eventos e promoções de jogos eletrônicos no país, diz que o mercado do videogame brasileiro movimentou R$ 1,5 bilhão em 2018, após alta de 13% em relação a 2017. Lembra, ainda, que o Brasil é o terceiro país em número de espectadores de vídeos de ames, com 18,3 milhões. Atrás apenas de Estados Unidos e China.

Infraestrutura

A Claro levou 14 meses desenvolvendo o projeto. Para reduzir a latência nos jogos eletrônicos, recorreu à parceira Noping, empresa nacional que instalou elementos na rede para direcionar o tráfego de games dos usuários por as rotas mais curtas ao servidor do game.

Além disso, a tele estabeleceu acesso direto aos servidores brasileiros das plataformas de streaming de vídeos de games (como o Facebook Gaming, Twitch e Youtube) e recorre a CDNs para acelerar a entrega dos vídeos que não sejam ao vivo.

Carvalho diz que as melhorias aconteceram na rede cabeada HFC, que usa tecnologia Docsis 3.1, e também nas 51 cidades onde a tele já vende FTTH. A operadora também já usa data centers distribuídos, que formam sua rede de edge computing, para melhorar o desempenho do serviço.

WiFi e cabeamento

A operadora também aposta nos gamers para vender o produto WiFi Plus 360º e Ponto Ultra. O primeiro serviço cria uma rede Mesh para espalhar o sinal de WiFi por toda a residência do usuário, cobrindo pontos de sombra de sinal. O segundo, Ponto Ultra, é um serviço de cabeamento, em que o técnico da empresa passa o cabo ethernet pela residência até o console ou computador que terá conexão a internet.

FONTE: TeleSíntese
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